Agora você salva uma área no mapa, clica nela e recebe a previsão climática agregada de toda a região: a mediana dentro de uma faixa de mínimo e máximo, com direção e ponto de pico em destaque.
Quem opera raramente cuida de um ponto. Cuida de uma área: uma baía, um canal de acesso, um campo offshore, um trecho de costa. Mas a previsão sempre foi lida ponto a ponto. Você escolhia uma coordenada, abria o meteograma e torcia para que aquele ponto representasse bem toda a região ao redor.
O tempo, porém, não é uniforme dentro de uma área. Numa grade de 3 km, uma baía inteira é coberta por dezenas de células de cálculo, e elas podem discordar entre si: o vento que entra pela boca da barra, a rajada canalizada pelo relevo, a chuva que cobre só metade do campo. Um único ponto não conta essa história completa.
A partir de agora, você consulta a previsão da área inteira de uma vez.

Na tela de Previsão, as suas áreas salvas agora aparecem no mapa como polígonos. Ao clicar dentro de uma delas, abre um menu com três ações: "Ver previsão", "Criar evento" e "Remover área".
Em "Ver previsão", o painel abre com o meteograma da área. Em vez de uma única linha, você vê duas leituras ao mesmo tempo, calculadas a cada hora sobre todas as células da grade dentro do polígono:
Assim como no meteograma de ponto, você escolhe qual previsão usar (onde há mais de uma disponível) e vê a última atualização da fonte selecionada. A variável é escolhida uma de cada vez, na mesma barra lateral que você já conhece do ponto.
A banda entre o mínimo e o máximo não está ali para poluir o gráfico. Ela responde a uma pergunta que o ponto nunca respondeu: o quanto as condições variam dentro da sua área.
É a mesma lógica de sempre na i4sea: mais contexto espacial, menos leitura cega de um número isolado. A variação dentro da área não é um problema do dado. É o dado dizendo que a sua região não é homogênea.
Intensidade sem direção decide pela metade. Por isso, nas variáveis de vento a previsão da área traz setas de direção sobre a linha da mediana, calculadas para cada hora sobre as mesmas células. A direção acompanha a intensidade, nunca aparece sozinha.
E quando você passa o mouse sobre uma hora no gráfico, o mapa marca a célula onde o valor máximo acontece naquele instante. Assim, além de saber o quão forte, você sabe onde: qual borda da baía, qual parte do campo, qual ponta do canal concentra a condição mais severa. O marcador acompanha o cursor e some quando você sai do gráfico.
Para consultar a previsão de uma área, primeiro ela precisa existir. A tela de Localidades foi reconstruída do zero para isso.
Agora ela lista, em uma tabela nativa, as localidades cadastradas por você ou pela sua empresa, com Nome, Tipo de Coordenada (Ponto ou Área) e as ações de editar e excluir. Uma busca por nome e um filtro por tipo ajudam a achar o que você procura quando a lista cresce.
Em "Criar Localidade", um painel lateral guia o cadastro. Para uma área, você tem três caminhos:
Editar, renomear e excluir seguem no mesmo painel, com confirmação antes de remover e um aviso claro quando a área está em uso por uma regra de operação.
Com várias localidades cadastradas, o mapa da Previsão poderia ficar cheio. Por isso ele ganhou controles de visibilidade.
O painel "Mostrar/ocultar localidades" deixa você filtrar por tipo, ligar e desligar cada localidade individualmente e voltar tudo à visão completa com um clique. E o "Recorte pelo mapa" permite desenhar uma região e manter no mapa apenas o que está dentro dela, útil quando você quer focar em um setor específico da operação. As suas escolhas ficam guardadas entre as visitas.
A operação acontece em uma área, e agora a previsão também. Em vez de escolher um ponto e esperar que ele represente a região inteira, você clica na área salva e lê, de uma vez, a condição central, o quanto ela varia no espaço, a direção e onde está o pico. Menos suposição, mais leitura do cenário real.
Dúvidas ou sugestões? Fale com o nosso time. A previsão por área nasceu das conversas com quem monitora regiões inteiras todos os dias.