
FERROVIAS · RODOVIAS · INFRAESTRUTURA
Desligamento por clima não é evento raro. É rotina.
Antecipe deslizamentos, neblina e chuva extrema antes que virem imprevistos. Resolução por talude, túnel e quilômetro.
+10.000 alertas acionáveis por ano aplicados em decisões reais
Quando o clima surpreende, seu negócio paga
R$ 3 bilhões
em prejuízo em rodovias e pontes do RS após as enchentes de 2024.
R$ 250 mil/h
de custo por hora parada. 3 paralisações em 4 meses em ferrovias no Brasil.
6 das 10
principais causas de acidente em rodovias federais vêm de baixa visibilidade.
Em todos esses casos, o evento chegou antes da decisão.
A decisão antes do evento. Ao detalhe do quilômetro.
Visão por quilômetro, não por região
Resolução de 1 km a 3 km, ponto a ponto. O CCO não recebe "chuva em São Paulo". Recebe "talude T-14 no km 223, 87% de probabilidade de interdição nas próximas 6 h".
- Hiperlocal
- Por ativo
- Resolução a cada 1 km a 3 km
Risco de interdição, não previsão de chuva
Cada alerta traduz vento, chuva, neblina e deslizamento em risco de parar o trecho. O time recebe nível de risco, janela provável e ação recomendada.
- Risco operacional
- Janelas seguras
- Probabilístico
Direto no CCO, sem interpretação no caminho
Integração via API, WhatsApp, SMS, e-mail e Teams. O responsável não recebe mensagem genérica. Recebe uma ação para executar antes do evento.
- API
- Teams
- Manuais por nível de alerta
A próxima paralisação custa mais do que antecipar.
Você não controla o clima, mas deve gerenciar os riscos

Operadora de ferrovia e rodovia
Quando o aviso chega antes, o CCO ganha tempo.
+8h
em antecipação antes de eventos críticos.
Antes da i4sea, decisões de paralisação e liberação eram tomadas em janelas de minutos. Com alertas hiperlocais por trecho, o CCO passou a operar com horas de antecedência. Isso reduz riscos de descarrilamento, melhora a manutenção preventiva e aumenta a segurança.
Perguntas que ouvimos antes de toda decisão
A próxima paralisação custa mais do que antecipar.
Você não controla o clima, mas deve gerenciar os riscos
Cada talude de risco é cadastrado como um ativo monitorado, com coordenadas, geometria e histórico. O modelo combina precipitação acumulada, tipo de solo, declividade e gatilhos operacionais para gerar alertas dedicados àquele talude.
Sim. Cada quilômetro tem regras e níveis próprios. Você define o que é crítico, como talude T-14, túnel T-3 ou ponte sobre o Tietê, e recebe alertas individuais por ativo, não por região.
Depende do fenômeno:
- Tempestades severas / rajadas: 1–6 h
- Chuva acumulada / saturação de solo: 24–72 h
- Frentes frias, ondas de calor, ressacas: 3–7 dias
- Nowcasting (chuva chegando): 15 min–2 h
Sim. Entregamos alertas via API REST, WhatsApp, Teams, SMS e e-mail. Para sistemas legados (SCADA, Maximo, ServiceNow), configuramos webhooks customizados no onboarding.
4 semanas, em 4 etapas:
- Mapeamento dos ativos críticos (km, taludes, pontes, túneis)
- Calibração com histórico de eventos do cliente
- Configuração de níveis, canais e destinatários de alerta
- Treinamento do CCO com ativação de protocolos por nível de alerta.
Sim. É exatamente onde mais agregamos. Não dependemos de estações no solo. Combinamos modelo numérico, reanálise proprietária de 10 anos e modelos de IA para gerar previsão hiperlocal em qualquer ponto.
Cruzamos previsão hiperlocal × histórico do trecho × limiares operacionais do cliente. O resultado é probabilidade calibrada por ativo: "T-14 tem 87% de chance de interdição em 6 h se acumulado passar de 80 mm."
Chuva intensa · acumulado e saturação de solo · vento e rajadas · neblina e baixa visibilidade · raios · tempestades severas · granizo · ondas de calor e frio · ressaca (em trechos litorâneos).