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Galpão logístico destruído por tempestade severa

SEGUROS · RISCO CLIMÁTICO POR ATIVO

Sua sinistralidade está sendo precificada com um clima que não existe mais

Toda seguradora hoje tem time atuarial robusto, modelo de catástrofe contratado, programa de resseguro estruturado e comitê de subscrição, cada um com pessoa-chave, indicador e auditoria. O risco climático físico, calibrado ativo a ativo e com cenários do IPCC, é a variável que mais desequilibra prêmio, sinistro e reserva. Mesmo assim, segue tratado como cauda genérica do modelo de catástrofe, não como insumo de precificação.

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Risco físico por ativo para subscrição. Antecipação por evento para sinistro e carteira. Evidência defensável para regresso e provisão.

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O risco climático não está no relatório de sustentabilidade. Está na sinistralidade

US$ 137 bilhões

em perdas seguradas globais por catástrofes naturais em 2024, 27% acima da média de 10 anos (US$ 108 bi).

US$ 181 bilhões

de protection gap global em 2024: 57% das perdas econômicas por desastres (US$ 318 bi no total) ficaram sem cobertura.

8 de 700

companhias abertas aderiram voluntariamente ao disclosure de risco climático (IFRS S1/S2) até dez/2025. Desde a Resolução CVM 244 (mai/2026), o reporte é voluntário, não obrigatório.

Furacão, tempestade convectiva severa, enchente urbana, raio em ativo segurado. Em cada elo, o evento bateu antes da decisão e entrou direto na sinistralidade, na provisão técnica e no programa de resseguro do ano seguinte.

Precifique com o clima atual e cenários futuros. Opere a carteira antes do evento

Risco físico mensurado por ativo, em padrão regulatório

Risco físico mensurado por ativo, em padrão regulatório

O i4climate entrega exposição climática quantificada ativo a ativo, com cenários do IPCC (SSP2-4.5 e SSP3-7.0) até 2075, em formato nativo IFRS S2, CVM 218 e TCFD. Entrada para precificar patrimonial, agro, engenharia, energia e marítimo com sinistralidade calibrada para o clima de hoje e cenários futuros, não a média móvel de 30 anos. Saída para o regulador, o conselho, o auditor e o programa de resseguro. Sai da cauda genérica do modelo de catástrofe. Entra no insumo de precificação.

  • IFRS S2
  • CVM 218
  • Cenários IPCC até 2075
  • Por ativo segurado
Antecipação operacional em tempo real

Antecipação operacional em tempo real

O Agente Climático sabe que ciclone, frente fria, enchente ou tempestade severa vai atingir uma região da carteira até 10 dias antes. A seguradora ganha tempo para mobilizar atendimento, comunicar segurados de alta exposição, ativar plano de resposta a sinistro, alinhar com broker e reavaliar exposição agregada antes do evento. Não no dia, quando a perda já entrou na sinistralidade e o regulador de sinistro já chegou ao segurado.

  • Antecipação por evento
  • Carteira
  • Atendimento
  • WhatsApp
  • Teams
Evidência forense para sinistro, regresso e provisão

Evidência forense para sinistro, regresso e provisão

Para cada sinistro climático, trilha do que aconteceu: variável observada (chuva, vento, raio, onda, maré, granizo), hora, local, intensidade e fonte de dado. Sustenta análise de causa, sub-rogação contra terceiros, comprovação de força maior, ajuste de provisão técnica, revisão de cláusula contratual e defesa em judicialização. Saia do parecer técnico avulso e entre na evidência climática defensável, pronta para a área de sinistro, jurídico e atuária.

  • Trilha auditável
  • Sub-rogação
  • Provisão técnica
  • Força maior

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Risco climático para seguradoras: perguntas frequentes

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Você não controla o clima, mas deve gerenciar os riscos

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O i4climate cadastra cada ativo segurado (planta, terminal, parque, fazenda, frota, rota) com coordenadas, tipo de operação e variáveis sensíveis. Cruza com reanálise proprietária de 10+ anos calibrada para a América Latina (resolução de 3 km) e com projeções do IPCC, cenários SSP2-4.5 (moderado) e SSP3-7.0 (severo), até 2075. Saída estruturada nos 4 pilares do IFRS S2 e da CVM 218: Governança, Estratégia, Gerenciamento de Riscos, Métricas e Metas. É insumo de precificação, não item de sustentabilidade.

O Agente Climático vive no WhatsApp, no Teams e em chat estilo ChatGPT. A área técnica pergunta "quais segurados da carteira patrimonial estão na trajetória da frente fria nos próximos dias?" e recebe lista por exposição, recomendação de comunicação proativa e quem precisa ser notificado. E quando o risco aparece, o Agente chega antes, sem ninguém precisar perguntar. Não substitui o programa de resseguro. Entra antes dele.

Depende do fenômeno e do tipo de ativo na carteira:

  • Descarga atmosférica iminente: nowcasting de minutos
  • Vento, rajada, chuva intensa, granizo: horas a 1 dia
  • Acumulado, saturação de solo, alagamento urbano: 1 a 3 dias
  • Frente fria, ciclone extratropical, ressaca: 3 a 10 dias
  • Furacão / ciclone tropical: 5 a 10 dias

Cada evento recebe a antecedência que dá tempo de mobilizar atendimento, broker e segurado, não a que sobra do boletim.

Duas formas: (1) via API REST, o relatório do i4climate entra como camada de risco físico no motor de precificação do underwriter, alimentando loss cost, prêmio puro e provisão por ativo; (2) via canais humanos (Teams, WhatsApp, e-mail), a área atuarial e de subscrição consultam exposição por ativo, por região e por cenário diretamente, em linguagem natural. O risco físico passa a ser variável calibrada do modelo, não premissa qualitativa de comitê.

Cada alerta, evento observado e variável climática registrada ficam armazenados com horário, local, intensidade e fonte de dado. Quando o sinistro abre, a área técnica abre a trilha e tem em mãos o que foi previsto, o que de fato ocorreu (chuva acumulada, rajada máxima, descarga atmosférica, altura de onda) e em que momento. Documentação climática pronta para sustentar análise de causa, sub-rogação contra terceiros (transportador, prestador, contraparte), comprovação de força maior em apólice all-risks e defesa em ação judicial. Sai do parecer técnico avulso e entra na evidência defensável.

Cada ramo tem perigos próprios, e a calibração é por ramo:

  • Patrimonial (property): vento, granizo, raio, alagamento urbano, ressaca em ativos costeiros.
  • Agro: chuva excessiva, seca, geada, granizo, vento, por talhão e cultura, com cenários IPCC para risco crônico de longo prazo.
  • Engenharia / risco de obra: chuva na concretagem, vento de lança no içamento, saturação de solo, descarga atmosférica, por frente da obra.
  • Marítimo / cargo: vento, onda, maré, ressaca, visibilidade, por trecho de rota e por janela de operação no berço.

O mesmo motor de dado climático, regras diferentes, porque o perigo de cada ramo também é diferente.

Poucas semanas, em 3 etapas:

1. Cadastro da carteira segurada (ativos, regiões, ramos, exposição agregada) com coordenadas e limites operacionais relevantes por ramo.

2. Calibração com histórico de sinistralidade da seguradora e cláusulas operacionais de apólice (gatilhos, franquias, exclusões, limites por evento).

3. Configuração de canais (API, Teams, WhatsApp, e-mail), níveis de alerta, destinatários por área (subscrição, sinistro, atuária, regulação) e treinamento das equipes.

Envolve subscrição, sinistro, atuária e tecnologia. Sai do papel rápido, porque a próxima temporada de severidade não espera o onboarding terminar.

São camadas complementares, não substitutas. Modelos de catástrofe tradicionais entregam curva probabilística de perda agregada por cenário, calibrada em sinistralidade histórica de longo prazo, base do programa de resseguro e da estimativa de capital regulatório. A i4sea entrega o que falta na ponta:

  • Risco físico por ativo, com cenários IPCC até 2075 (i4climate), para precificação calibrada para o clima de hoje, não para a média de 30 anos.
  • Antecipação por evento, em tempo real (Agente Climático), para operar carteira, sinistro e atendimento antes do impacto.
  • Resolução de 3 km com reanálise calibrada para a América Latina, onde os modelos globais tradicionalmente têm cobertura mais fina na América do Norte e Europa.

O modelo tradicional dimensiona a cauda. A i4sea calibra a precificação e opera o evento.

O índice combinado é a soma de sinistralidade (claims pagos + reservas / prêmios ganhos) e despesa (custo operacional + comissão / prêmios ganhos). Acima de 100%, o ramo dá prejuízo técnico. A i4sea atua nos dois lados:

  • Sinistralidade menor: risco físico calibrado por ativo (i4climate) reduz subprecificação em apólices de alta exposição. Antecipação por evento (Agente) reduz severidade média por sinistro: o segurado é comunicado antes, o ativo é protegido onde possível, a perda é mitigada na origem.
  • Despesa menor: evidência climática automatizada reduz custo de regulação de sinistro, encurta o ciclo de pagamento e aumenta a taxa de sub-rogação contra terceiros responsáveis.

Cada ponto-base de melhora no índice combinado em ramo de alta exposição climática é margem que volta para o capital regulatório e para o programa de resseguro do ano seguinte.