
ENERGIA · TRANSMISSÃO · DISTRIBUIÇÃO
Desligamento por clima não é evento raro. É rotina.
Em transmissão, 39% dos desligamentos já vêm do clima. Em distribuição, temporais, raios e vendavais influenciam a DEC e FEC. Antecipe o risco por vão, alimentador e ativo crítico, e posicione equipes antes da interrupção.
+10.000 alertas acionáveis por ano aplicados em decisões reais
O clima já derruba linhas e redes, e impacta equipes em campo.
39%
dos desligamentos em linhas de transmissão em 2025 foram causados por eventos climáticos.
R$ 165M
em multa da ANEEL por um único temporal. 2,1 milhões ficaram sem luz por 7 dias.
176.169 km
de linhas de transmissão expostas a eventos extremos no Brasil.
Descarga atmosférica, incêndios, vendaval, temporal. Em todos os casos, o evento chegou antes da decisão.
Decida antes da linha, da rede ou da subestação parar.
Risco por ativo, não previsão genérica por cidade
Cada ativo crítico é monitorado individualmente. O Centro de Operações não recebe "tempestade no Sudeste". Recebe "vão 47 da LT 500 kV Itaberá-Ivaiporã, 82% de risco de descarga atmosférica nas próximas 4 h" ou "alimentador C-87 com alto risco de queda de árvores no próximo temporal".
- Hiperlocal
- Por vão, alimentador e Subestação
- Resolução a cada 1 km a 3 km
Equipes posicionadas antes da interrupção
Probabilidade de desligamento por trecho, alimentador ou subestação com janela de antecedência de dias. Isso permite posicionar equipes de manutenção antes da interrupção e reduzir o tempo de restabelecimento.
- Posicionamento preventivo
- DEC/FEC
- Restabelecimento
Direto no Centro de Operações, sem interpretação no caminho
Integração via API, WhatsApp, Teams, SMS e e-mail. O operador não recebe um mapa de chuva. Recebe qual ativo está em risco, quando o evento deve ocorrer e qual protocolo acionar.
- API
- Teams
- Protocolos por nível de alerta
A próxima interrupção custa mais do que antecipar.
Você não controla o clima, mas deve gerenciar os riscos

Operadora de transmissão
Quando o aviso chega antes do desligamento, a equipe já está em campo
−35%
no tempo médio de restabelecimento após eventos climáticos
Antes, equipes eram mobilizadas depois do desligamento. Com alertas hiperlocais por vão, alimentador e subestação, o Centro de Operações passou a posicionar times antes do evento. Isso reduz DEC, corta custo de emergência e protege indicadores regulatórios.
Perguntas que ouvimos antes de toda decisão
A próxima interrupção custa mais do que antecipar.
Você não controla o clima, mas deve gerenciar os riscos
Linhas de transmissão, alimentadores, subestações, torres e equipamentos críticos são cadastrados como ativos monitorados, com coordenadas e regras operacionais. O modelo cruza previsão hiperlocal de 1 km a 3 km, histórico de eventos e gatilhos do Centro de Operações para gerar alertas dedicados por ativo.
Depende do fenômeno:
- Descargas atmosféricas: 1–6 h
- Tempestades severas / chuva acumulada: 12–120 h
- Frentes frias, incêndios: 3–7 dias
- Nowcasting (raios, bombas de vento): 15 min–2 h
Sim. Os mais de 100 cenários gerados possuem resolução espacial entre 1 km e 3 km. Você define o que é crítico, como vão, alimentador, subestação, torre ou trecho de rede, e recebe alertas individuais por ativo.
Sim. Entregamos alertas via API REST, WhatsApp, Teams, SMS e e-mail. Para sistemas legados (SCADA, SAGE, OMS), configuramos webhooks customizados no onboarding.
4 semanas, em 4 etapas:
- Mapeamento dos ativos críticos (LTs, SEs, vãos, torres)
- Calibração com histórico de desligamentos do cliente
- Configuração de níveis, canais e destinatários de alerta
- Treinamento do Centro de Operações com protocolos por nível de alerta
Sim. É exatamente onde mais agregamos. Não dependemos de estações no solo. Combinamos modelo numérico (WRF), reanálise proprietária de 10 anos e modelos de IA (AFNO/FourCastNet) para gerar previsão hiperlocal em qualquer ponto.
Cruzamos previsão hiperlocal, histórico de impacto do trecho e limiares operacionais do cliente. O resultado é uma probabilidade calibrada por ativo: "LT 500 kV Itaberá-Ivaiporã, vão 47: 82% de risco de descarga nas próximas 4 h."
Descargas atmosféricas · incêndios e queimadas · vendavais e rajadas · tempestades severas · chuva intensa · granizo · ondas de calor · neblina · ciclones extratropicais.
Sim. A Resolução exige plano de contingência com monitoramento climático e meteorológico obrigatório, mobilização antecipada de recursos e comunicação em até 15 minutos. O i4cast entrega exatamente isso: alertas por ativo com antecedência, trilha de evidência para laudos e dados estruturados para alimentar os relatórios exigidos pela ANEEL.
Sim. Queimadas são a segunda maior causa de desligamento em linhas de transmissão (16% do total na última década). Monitoramos índices de risco de incêndio com base em temperatura, umidade, vento e histórico de focos. A equipe recebe alertas por trecho de LT antes que o fogo se aproxime do corredor.
- +100 cenários IA
- Linguagem de risco
- Trilha de evidência
O custo do monitoramento climático da i4sea é uma fração do prejuízo de um único desligamento não programado. Uma única multa custou R$ 165 milhões a uma distribuidora por conta de um temporal. O monitoramento reduz em 35% a indisponibilidade de energia. É investimento não custo.
Três diferenças principais: (1) mais de 100 cenários de IA com resolução de 1 km a 3 km por ativo, não previsão genérica por cidade. (2) Entramos no processo e na linguagem da operação. Entregamos probabilidade de desligamento, não mapa de chuva. O operador recebe ação, não dado bruto. (3) Evidência com trilha auditável por evento para laudos, DEC/FEC e compliance regulatório. Provedores tradicionais entregam informação meteorológica. Nós entregamos inteligência climática operacional.