
INDÚSTRIA · QUÍMICA E PETROQUÍMICA · SIDERURGIA · ALIMENTOS · CIMENTO
A produção industrial não para por acaso. Ela para por raio, enchente e calor extremo.
Descargas atmosféricas, alagamentos, rajadas, ondas de calor. Antecipe riscos climáticos por planta e área operacional, proteja pessoas e ativos e evite paradas não programadas.
+10.000 alertas acionáveis por ano aplicados em decisões reais
O clima é o maior risco não gerenciado da operação industrial
63%
das indústrias gaúchas atingidas pelas enchentes de maio de 2024 tiveram paralisação total ou parcial. Na consulta, 81% das empresas se disseram afetadas, e 52% não tinham seguro contra perdas e danos causados pelas enchentes.
Fonte: FIERGS, consulta com 220 indústrias, junho de 2024.
22,85 milhões
de lesões ocupacionais por ano são causadas por calor excessivo no mundo. As Américas tiveram o maior aumento dessas lesões desde 2000, de 33,3%.
Fonte: OIT, 2024.
Nº 1
é a posição do Brasil em incidência de raios no mundo. A indústria está entre os setores mais atingidos, ao lado do elétrico e do de telecomunicações.
Fonte: Grupo de Eletricidade Atmosférica (Elat), Inpe.
Raio no pátio de tancagem, enchente na portaria, rajada no guindaste, calor na linha de produção. Em todos os casos, o evento chegou antes da decisão.
A decisão antes do raio, da enchente e da onda de calor

Antecipação de riscos climáticos por planta e área operacional
Saiba com antecedência quando raios, chuva intensa, alagamentos, rajadas e calor extremo vão atingir cada área da planta. A previsão não diz "tempestade na região metropolitana". Diz "Unidade 2, pátio de tancagem, risco alto de descarga atmosférica entre 14h e 17h, com carga e descarga de inflamáveis a suspender".
- Raio
- Alagamento
- Rajada
- Calor extremo
- Por área operacional
Paradas, turnos e manutenções planejados com mais precisão
Cada alerta vira decisão operacional: quando liberar trabalho em altura e içamento com guindaste, quando antecipar a movimentação de estoque e insumos antes de uma enchente, quando reprogramar uma parada de manutenção e quando ajustar turnos e pausas em dias de calor extremo. O gestor sabe quando parar e quando manter a produção.
- Menos parada não programada
- Janelas seguras para manutenção
- Estoque protegido
- Turnos ajustados ao calor
Segurança do trabalho e inteligência integrada ao centro de operações
A integração é feita via API, com fácil conexão aos principais ERPs do mercado, além de WhatsApp, Teams, SMS e e-mail. O operador não recebe um boletim meteorológico. Recebe o que fazer: suspender, manter ou mobilizar a equipe. Cada alerta e cada ação ficam registrados numa trilha auditável para seguradoras, auditorias e laudos.
- API
- Integração com ERPs
- Protocolos por nível de alerta
- Trilha de evidência
Do alerta de hoje ao relatório de risco físico
O i4climate cruza as características do terreno com chuva, vento e calor para gerar mapas de risco futuro da região de cada planta, em cenários de emissões do IPCC e horizontes de curto a longo prazo. Com cada cliente, somamos a camada de exposição, que são os ativos da planta. Junto com a trilha auditável do i4cast, esses cenários apoiam relatórios de risco físico como a IFRS S2.
- i4climate
- Cenários climáticos
- Mapas de risco futuro
- IFRS S2
- Trilha auditável
O próximo evento climático custa mais do que monitorar.
Você não controla o clima, mas deve gerenciar os riscos.

Vattenfall
O resultado quando a decisão vem antes do evento
27x
de ROI comprovado em comparação com o modelo global de previsão
A previsão hiperlocal por turbina gerou 27,49 vezes mais valor operacional acumulado do que o modelo global ECMWF. Na sua operação: o mesmo método que antecipa o risco em cada turbina, e não no parque inteiro, antecipa o risco em cada área da planta, e não na região inteira. Resolução fina e limiar operacional do ativo, aplicados à continuidade da produção, à proteção do estoque e à segurança de quem trabalha na planta.
Veja como isso se traduz na sua operação: solicite o diagnóstico grátis →Perguntas que ouvimos antes de toda decisão
O próximo evento climático custa mais do que monitorar.
Você não controla o clima, mas deve gerenciar os riscos
É a previsão climática hiperlocal traduzida em decisão operacional para plantas industriais. Ela antecipa raios, chuva intensa, alagamentos, rajadas e calor extremo por área operacional. Também mostra o impacto na continuidade da produção, na logística de entrada e saída, na proteção do estoque e na segurança de quem trabalha na planta.
Cada planta e cada área crítica são cadastradas como ativos monitorados, com coordenadas, características e histórico. Exemplos de áreas: pátio de tancagem, área de estocagem, torres, frentes de trabalho em altura, portaria e acessos logísticos. O modelo cruza a previsão hiperlocal com os limiares operacionais da planta e gera alertas específicos por área.
Depende do fenômeno:
- Nowcasting (descarga atmosférica iminente): 15 min a 2 h
- Raios e rajadas acima do limite operacional: 1 a 6 h
- Chuva intensa e alagamentos: 2 a 12 h
- Frentes frias e sistemas de chuva prolongada: 3 a 10 dias
- Ondas de calor: 5 a 10 dias
Sim. Cada área tem regras e níveis de alerta próprios. Vocês definem o que é crítico, por exemplo a tancagem de inflamáveis, uma área que alaga ou o içamento de carga, e recebem alertas individuais.
Sim. O i4cast funciona via API REST, com fácil integração aos principais ERPs do mercado. Os alertas também chegam por WhatsApp, Teams, SMS e e-mail, e a configuração é feita no onboarding.
3 semanas, em 3 etapas:
- Mapeamento das áreas críticas (tancagem, estocagem, frentes de trabalho em altura, acessos logísticos, subestações)
- Calibração com o histórico de eventos, paradas e limiares operacionais da planta
- Configuração de alertas, canais e treinamento das equipes de operação, manutenção e SST
Utilizamos as estações meteorológicas, os detectores de descargas e os radares disponíveis para corrigir as previsões numéricas e gerar previsões de IA mais precisas, com até 48 horas de antecedência.
Descargas atmosféricas · chuva intensa · alagamentos · rajadas e vendavais · granizo · calor extremo · frentes frias · visibilidade reduzida · estiagem e disponibilidade hídrica.
O custo do i4cast é uma fração do prejuízo de uma única parada não programada, somando produção perdida, estoque danificado, logística travada, reparo de equipamentos e afastamentos. Nas enchentes de 2024 no Rio Grande do Sul, 63% das indústrias afetadas pararam total ou parcialmente, e 52% não tinham seguro para essas perdas.
Sim. A IFRS S2 pede a divulgação de riscos físicos e a análise de cenários climáticos. O i4climate gera mapas de risco futuro para a região de cada planta em diferentes cenários de emissões e horizontes de curto a longo prazo, e constrói com vocês a camada de exposição dos ativos da operação. O i4cast registra os eventos e as ações tomadas numa trilha auditável, que sustenta a divulgação com dados operacionais reais. No Brasil, a norma foi incorporada pela Resolução CVM 193. Desde a Resolução CVM 244, de maio de 2026, a adoção é voluntária, e a companhia aberta que optar por não adotar deve comunicar sua decisão ao mercado.
Quatro diferenças principais:
- Resolução: mais de 100 cenários de IA com resolução de 1 a 3 km por área da planta, em vez de previsão genérica por região.
- Linguagem operacional: entregamos risco por área, janela segura e ação recomendada, e não um mapa de chuva. O operador recebe uma ação, não dado bruto.
- Iniciativa: com a previsão tradicional, a equipe consulta quando lembra. Aqui, o Agente avisa primeiro, sem ninguém precisar perguntar.
- Evidência: trilha auditável por evento para laudos, seguros, compliance e relatórios de risco físico.
Um boletim informa o tempo. O Agente protege a continuidade da produção.